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Artigo – Bem-vinda Senatran!

Artigo – Bem-vinda Senatran!

 

 

J. Pedro Corrêa aborda a criação da Secretaria Nacional de Trânsito que substituirá o Denatran a partir de hoje. 

*J. Pedro Corrêa

O decreto do presidente Bolsonaro elevando o Denatran à categoria de Secretaria Nacional de Trânsito surpreendeu a todos e alegrou a muitos pois era medida aguardada há tempo na comunidade ligada ao setor. Embora a decisão em si já seja promissora pois suprime um degrau entre a Senatran e o Ministro da Infraestrutura, a prudência manda não soltar todos os foguetes de imediato e recomenda esperar um pouco para ver como, na prática, isto vai funcionar.

Por enquanto o D foi substituído pelo S (Denatran/Senatran), o nível do novo órgão sobe na hierarquia, salários melhoram, cargos são reclassificados, novos desafios surgem no horizonte imediato e isto já é um bom começo.

Tenhamos claro, contudo, de que este é só o começo, o jogo mesmo começa agora.

Nos meus 30 anos de atuação na área do trânsito já vi inúmeros planos propondo mudanças profundas não apenas no Denatran mas em todo o sistema nacional de trânsito. Em alguns deles até tive oportunidade de fazer sugestões. Contudo, até onde sei, estão todos bem guardados em gavetas da Casa Civil da Presidência da República e, claro, nada aconteceu.

Em maio deste ano, o IPEA, Instituto de Pesquisas Aplicadas, em Brasília, entidade do próprio governo, publicou a Nota Técnica 81 “Por uma agência nacional de prevenção e investigação de acidentes de transportes”, justificando em 12 páginas porque o Brasil precisa de um órgão forte e independente desta natureza.

É mais um caso evidenciando que o país todo pede realmente mudanças no setor.

É curioso que justamente o atual presidente, que mais tem se revelado contra a segurança no trânsito, foi justamente aquele que acabou criando melhor condição hierárquica ao Denatran. Menos mal. Embora pequena, a promoção é boa, necessária, oportuna e sinaliza indispensáveis melhorias futuras.

Como já foi comunicado, a mudança provocada no Denatran não representará qualquer custo adicional ao orçamento do Minfra. O que significa que não se pode esperar por investimentos este resto de ano que será utilizado para fazer os ajustes necessários na nova organização.

A esperança é, assim, que no orçamento de 2021 já sejam contemplados novos recursos para ajudar a resolver velhos problemas da área.

O Diretor Geral do Denatran, Frederico Carneiro, disse ao Portal do Trânsito, da Tecnodata, na última sexta que, sim, houve avanço, mas que resultados concretos ainda devem demorar um pouco. Já sabemos, contudo que a Senatran vai poder contar com mais gente qualificada. E consequentemente solidificar os laços com seus parceiros nos estados, os detrans e os órgãos de trânsito dos municípios brasileiros.

Isto já pode se considerar um outro avanço importante mas ainda falta o essencial. Um instrumento que permita à Senatran exercer com a devida autoridade seu papel de agência–líder no setor em todo o país. Isto é, que estados e municípios sigam suas decisões à risca, ao contrário do que muito se viu nas últimas décadas.

O Brasil precisa deixar de ser um enorme conjunto de ilhas isoladas. Deve se tornar um arquipélago com pontes e ligações entre elas que permitam uma verdadeira integração. Este é o passo decisivo para colocar o trânsito brasileiro no caminho certo.

A Senatran, que começa a existir oficialmente a partir de 16 de setembro de 2021, estará estruturada sobre três áreas básicas. São elas: o Departamento de Gestão da Política de Trânsito, o de Segurança no Trânsito e o de Regulação e Fiscalização. Há muito o que fazer dentro de estruturas como estas. O Pnatrans, Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, aguardado desde 2018, passa pelos últimos ajustes de revisão por uma grande equipe de voluntários. Ele deve entrar na pauta, espero, a partir de 2022. É imperdoável que a principal entidade ligada ao trânsito brasileiro possa trabalhar sem um detalhado e realista plano de redução de vítimas de sinistros.

A Senatran nasce com compromissos fortes com a nossa sociedade e com o mundo pois enquanto a população brasileira espera ver baixar os mortos e sequelados no trânsito, as lideranças mundiais esperam que o país possa dar um exemplo de dedicação durante a 2ª Década Mundial de Ações de Trânsito que vai até 2030. É possível vencer os dois desafios se houver vontade política. Saberes e recursos não faltam.

Resta desejar boa sorte à Senatran. Além disso, esperar que seu surgimento neste mês de setembro possa ser o marco de uma nova era do nosso trânsito. Dessa forma, trazendo mais civilidade às nossas ruas e estradas. E, principalmente, mais paz aos corações brasileiros que com ela sonham há tanto tempo.

*J. Pedro Corrêa é Consultor em Programas de Segurança no Trânsito  

 

 

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Como o aumento da gasolina pode interferir na mobilidade urbana e no dia a dia do trânsito no Brasil?

Como o aumento da gasolina pode interferir na mobilidade urbana e no dia a dia do trânsito no Brasil?

 

 

O aumento da gasolina é um fato que afeta o dia a dia de muitos brasileiros, ainda mais para aqueles que trabalham no trânsito. Leia a reportagem!

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, desde o início do ano, o combustível no Brasil já acumula aumento de R$1,26, o equivalente a 27,6%. Algumas cidades chegaram a registrar o preço da gasolina acima dos sete reais.

Diante dos fatos – e números- conversamos com o economista, contador e professor do IBMEC e da Fundação Dom Cabral, Gilberto Braga. E, também, com o psicólogo e especialista em trânsito, Cassiano Ferreira Novo, para saber o que levou a essa alta dos preços. Além disso, como o aumento da gasolina pode interferir na mobilidade urbana e no dia a dia do trânsito no Brasil.

Alta dos preços

De acordo com o economista Gilberto Braga, a alta nos preços dos combustíveis se dá, principalmente, devido ao aumento da demanda mundial por petróleo. Com a retomada das atividades socioeconômicas, os preços do barril aumentaram no mercado internacional. “Como a Petrobrás adota uma política de equiparação dos preços internos com os externos, quando os preços internacionais aumentam, os internos também aumentam. Isso explica porque tantos aumentos ao longo do ano de 2021. Assim como, outro fator é o câmbio, uma vez que o petróleo importado é pago em dólares. Como a moeda norte-americana se valorizou em relação ao Real, há essa segunda correção, que representa um novo fator de aumento de preços”, explica o professor.

Ele esclarece que a disparidade nos valores em cada localidade é resultado das diferenças nos tributos e nas margens de remuneração da cadeia. “O ICMS é de competência estadual e cada estado tem a sua alíquota dentro da Constituição Federal fixa. Há estados, como o Rio de Janeiro, em que o ICMS é onerado com mais dois pontos percentuais acima do máximo constitucional por conta de uma Lei de Combate e Erradicação da Pobreza. Por exemplo, o Rio de Janeiro, que é o maior produtor local, por conta da Bacia de Campos, que tem Refinarias e uma distância logística teoricamente curta, tem um preço comparável ao do Acre, cujo combustível tem que atravessar o país inteiro. Além disso, outra diferença é a margem dos postos de combustíveis, que é variável; além do frete”, detalha.

Perspectivas

O cenário mundial não sugere a possibilidade de redução dos preços internacionais do petróleo nos próximos 12 meses. Ao contrário, a retomada econômica e a possibilidade de novas ações terroristas no Afeganistão e países vizinhos aumenta a pressão sobre os preços do petróleo, uma vez que os principais produtores ficam na região. Logo, não há muito o que fazer de forma pontual, além de pesquisar preços e buscar pagar menos, avalia Gilberto Braga.

“Estruturalmente pode-se debater políticas públicas, redução de IPVA, algum tipo de bônus para caminhoneiros, melhorias nas vias e estradas. Ou seja, repensar soluções logísticas, para melhorar a perfomance do setor como um todo”, sugere.

Mobilidade Urbana e o aumento da gasolina

E de que modo esse aumento interfere – positiva ou negativamente, no dia a dia dos motoristas brasileiros?

De acordo com o psicólogo, especialista em trânsito, Cassiano Ferreira Novo, independente do modo como as pessoas se deslocam, o trajeto sempre terá um custo. “Os veículos que dependem de combustíveis fósseis acabam sendo afetados diretamente e no final do mês o custo de deslocamentos pesa mais no bolso dos brasileiros. Nesse caso, o planejamento dos trajetos, para que eles fiquem mais efetivos, torna-se fundamental. Em muitas situações, você não precisará se deslocar nas cidades, e quando o fizer, trace uma rota para eliminar percursos ineficientes e desnecessários”, orienta.

A calibragem dos pneus e a manutenção veicular, bem como a forma de aceleração dos condutores, também podem economizar bastante nesse período de alta no preço dos combustíveis.

“Nesse momento, precisamos analisar de que forma podemos economizar mais nos deslocamentos diários”, acrescenta.

Com o aumento da gasolina, Cassiano também ressalta que, aqui no Brasil os modais de transporte público e mobilidade ativa, como ciclomobilidade e caminhabilidade ficam mais atrativos, alterando a forma de exposição ao risco, como atropelamento de pedestres e quedas em calçadas, colisões de ciclistas com veículos dos demais modais e a maior interação social no transporte público em tempos de pandemia.

Existe, ainda, a situação da migração do condutor do automóvel para a motocicleta ou bicicleta, em uma tentativa de economizar mais ainda diante da alta dos preços dos combustíveis fósseis. ‘Os condutores profissionais são os mais afetados. Dessa forma, os impactos financeiros são preocupantes e isso, além de baixar seus lucros, aumenta o estresse no trânsito”, complementa o psicólogo.

No entanto, ele destaca os maiores desafios para o Brasil neste sentido.

“Alguns já conhecidos, como melhorar as calçadas para promover a caminhabilidade, aumentar a infraestrutura para ciclistas e melhorar a qualidade do transporte público. Em relação aos combustíveis, precisamos de mais leis, políticas públicas e incentivos para outras formas de energia, como a energia solar. Imaginem todos os veículos com placas de energia solar nos respectivos tetos, não ajudaria? Pena a sociedade ainda não ter a consciência necessária para construirmos uma mobilidade urbana mais sustentável”. argumenta.

Para o psicólogo o quadro é de difícil reversão. “Enquanto isso, nos planejamentos das cidades, vamos gerando mais poluições, sinistros com mortos e sequelados. Além disso, menor qualidade de vida nos deslocamentos e mais dependência de combustíveis fósseis”, lamenta.


Saiba mais

6 dicas para você economizar com combustível 

 

 

 

Fonte: Portal do Trânsito

 

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Como usar cada função do câmbio automático

Como usar cada função do câmbio automático

Veja algumas dicas importantes sobre como utilizar as posições das alavancas do câmbio automático em diferentes situações.

 

 

Cada situação, como ladeiras, subida, reboque e trafegar na lama e área alagada, exige o acionamento da alavanca na posição correta do câmbio automático para evitar desgaste dos componentes do sistema.

O sistema de transmissão automática é cada vez mais comum. Metade dos veículos produzidos no Brasil, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), saem com câmbio automático ou automatizado. Os sistemas vêm evoluindo e já existem modelos com 9 e 10 velocidades para oferecer desempenho e conforto ao dirigir.

Para manter o sistema do câmbio automático em boas condições, a Valvoline, que possui linha completa de fluidos para transmissão automática, destaca algumas dicas importantes sobre como utilizar as posições das alavancas em diferentes situações.

Todo câmbio automático possui, no mínimo, quatro posições básicas: P, R, N e D.

Deve-se engatar a letra P, de Parking, quando estacionar o veículo antes de desligá-lo e após acionar o freio de estacionamento. Esta posição despressuriza o sistema e provoca o travamento das rodas.

A letra R é a posição da marcha ré e a letra D (Drive) é para dirigir o veículo.

Já a letra N significa Neutro e exerce o papel do ponto morto, deve-se usar antes de estacionar como é feito com o câmbio mecânico ao deixá-lo no ponto morto nessa situação.

“Assim, o motorista evita forçar os dentes das engrenagens da transmissão, pois, ao mudar diretamente para o P (Parking), o câmbio sofre um tranco, assim como acontece ao puxar o freio de mão com o carro engatado. A posição N tem exatamente a mesma função do ponto morto para baixar a aceleração do motor. Além disso, indica-se usar em qualquer lugar antes de parar o veículo, principalmente em ladeiras”, afirma Layla Silva Rosa, especialista em produtos da Valvoline.

Na hora de sair com o carro estacionado, basta apenas colocar no D.

Layla lembra também que é possível acionar a letra N quando houver necessidade de rebocar o carro para colocá-lo na plataforma do guincho. Além disso, para movimentar o veículo sem ligá-lo em situações emergenciais. Como por exemplo, por um pequeno trajeto que não pode ultrapassar de 3 km a 4 km no máximo. Durante o transporte, a alavanca precisar estar no P.

Algumas transmissões trazem outras letras, como L, de Low, indicada para subidas acentuadas e descidas de serras como freio motor. Em outras palavras, funciona para reduzir a velocidade do carro. Assim como é possível usar também para trafegar em locais com lama e alagados.

Alguns câmbios possuem as posições como 2 e 3 que são justamente para reduzir a aceleração também em descida de serra e em declives acentuados. Jamais deve-se utilizar a posição N pensando em redução de consumo em descidas. Além de não economizar combustível, há riscos, pois o veículo se movimenta como se estivesse em ponto morto.

Como há vários tipos de câmbios automáticos, além de automatizados e CVT, é muito importante consultar o manual do fabricante do veículo para tirar dúvidas sobre as funções do câmbio. Bem como a sua manutenção e o intervalo de troca do fluido lubrificante que varia muito de acordo com a marca e modelo do veículo.

As revisões periódicas são a melhor forma de manter o sistema de transmissão em boas condições. Em outras palavras, a manutenção preventiva serve para verificar o nível do fluido lubrificante e se há vazamento no sistema.

 

 

Fonte: Portal do Trânsito

 

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Como recorrer multa de trânsito pela internet?

Como recorrer multa de trânsito pela internet?

Número de recorrências online à multas aumentou durante a pandemia; veja como fazer

 

 

Felizmente, hoje, se resolvem muitos problemas pela internet. O que já era tendência se acentuou na pandemia, aumentando o número de procedimentos feitos de forma online.

Recorrer de multa de trânsito pela internet também é possível em vários estados brasileiros. Aliás, essa tem sido a maneira como boa parte dos condutores realiza esse processo.

Se você ainda tem dúvidas de como contestar uma penalidade de trânsito de forma online, não deixe de ler este artigo até o fim!

Boa leitura, motorista!

Leia mais:
+ São Paulo voltará a cobrar IPVA de veículos PCD
+ Exame toxicológico e a nova lei: o que mudou?
+ Veja quais foram os carros mais vendidos em agosto de 2021

Onde já é possível recorrer de multa pela internet?

Recorrer de multa ou de outra penalidade no trânsito é um direito dos motoristas brasileiros. O recurso é o instrumento legal para que isso seja feito, na tentativa de cancelar essas penalidades e evitar taxas, perda do direito de dirigir e pontos na CNH.

Assim como acontece em outras áreas, o trânsito vem se adaptando ao online e aumentando as possibilidades de que os trâmites sejam feitos à distância. Um bom exemplo é a CNH Digital, por exemplo.

Recorrer de multa pela internet já é possível em alguns estados. Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba e Rio Grande do Norte já aceitam que todas as etapas sejam feitas pela internet.

O Rio Grande do Sul e o Espírito Santo permitem apenas que a primeira etapa do processo de recurso seja feita online: a Defesa Prévia. Então, se você quer recorrer de forma online, o primeiro a se fazer é se informar.

Informe-se, através do site oficial do DETRAN do seu estado, se já existe a possibilidade de recorrer de multa pela internet. Se existe, veja como fazer isso a seguir.

Como recorrer multas pela internet?

Você verificou que, no estado onde a sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está registrada, é possível recorrer de multa pela internet? Então, deverá seguir alguns passos.

O primeiro deles é realizar o cadastro no DETRAN. Em alguns estados, esse cadastro só pode ser feito presencialmente, em uma unidade do DETRAN. Em outros, por sua vez, é possível se registrar pela internet, enviando a documentação solicitada.

Atenção: você só precisa realizar esse cadastro uma vez. Isso significa que, se tiver que recorrer de outra penalidade no futuro, poderá ir diretamente às etapas seguintes. Veja quais são:

1. Entre no site oficial do DETRAN do seu estado (o estado onde está registrada a sua CNH).

2. Vá até a aba “Recursos de Infração”, “Defesa de infração” ou outras similares. Vale lembrar que cada estado tem seu próprio site, por isso, pode haver diferenças em como a aba é chamada.

3. Ao ingressar na aba do passo interior, irão aparecer alguns campos para que você preencha. Faça isso, tendo muita atenção às informações inseridas.

4. O último passo é anexar a sua defesa e enviar às autoridades.

No meu estado não é possível recorrer online, e agora?

Se, no seu estado, ainda não está disponível a opção de recorrer pela internet, isso não significa que você tenha que ir pessoalmente a uma unidade do DETRAN. É possível enviar a documentação pelo correio, no endereço informado nas notificações.

Quais são as etapas para recorrer de multa?

As etapas para recorrer de multa (ou outra penalidade) são as mesmas para quem pode fazer isso pela internet e para quem ainda terá que entregar a documentação física – seja presencialmente ou pelos correios.

O processo para se defender de uma penalidade no trânsito pode acontecer em até três etapas. Elas são:

– Defesa Prévia

– Recurso em Primeira Instância (se a Defesa foi negada)

– Recurso em Segunda Instância (se o recurso anterior foi negado)

Cada uma dessas etapas tem suas especificidades, como o prazo em que deve ser realizada e a maneira como montar a sua defesa. Seja como for (online ou não), é importante ter uma boa argumentação.

A orientação de especialistas em recursos de infração é um grande diferencial. Eles conhecem bem os passos para recorrer e podem montar uma defesa eficiente para o seu caso específico. Evite copiar modelos de recursos de outras pessoas!

Não fique sem dirigir

Ser penalizado com uma multa não é nada agradável, é verdade. No entanto, há outros problemas ainda mais graves, como a suspensão da CNH pelo acúmulo de pontos. Quando você consegue cancelar penalidades, também evita pontos na sua CNH.

Caso o seu estado ainda não permita recorrer de multa de trânsito pela internet, não desanime. Lembre-se de que você pode enviar a documentação pelos correios e, mais importante que isso: saiba que recorrer é um direito seu.

Tem dúvidas ou precisa de ajuda para montar a sua defesa? Fale com minha equipe de especialistas!

Fonte: https://doutormultas.com.br/recurso-multa-internet/ 

 

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Fonte: ICarros

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Exame toxicológico e a nova lei: o que mudou?

Exame toxicológico e a nova lei: o que mudou?

Afinal, quando o exame toxicológico é obrigatório para os motoristas? E quais são os prazos para realizá-lo?

 

 

As recentes mudanças na legislação brasileira, trazidas pela Lei 14.071/2020 – a Nova Lei de Trânsito – vêm gerando dúvidas entre os condutores.

E não é para menos: há muitas informações contraditórias, desatualizadas e, até mesmo, equivocadas sendo compartilhadas na internet. É por isso que preparei este artigo!

O certo é: se a validade do seu exame toxicológico venceu até o dia 12 de abril de 2021, você tem até o dia 12 de maio para regularizar a sua situação.

Ao seguir a leitura até o fim, você se informa corretamente sobre o exame toxicológico e a Nova Lei. Confira!

Exame toxicológico e a Nova Lei: para quem é obrigatório?

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu art. 148-A, após as alterações trazidas pela Nova Lei, o exame toxicológico é obrigatório para:

– Motoristas habilitados na categoria C

– Motoristas habilitados na categoria D

– Motoristas habilitados na categoria E

Se você é habilitado em uma dessas categorias, deverá, portanto, realizar o exame e receber o resultado negativo. Essa é uma maneira de tentar evitar que motoristas conduzam veículos sob a influência de drogas, substâncias psicoativas.

É importante esclarecer que ter o Exerce Atividade Remunerada (EAR) constante na CNH não é um requisito para realizar o exame. Ou seja: se você é habilitado em uma das categorias acima, deve fazer o exame, mesmo sem o EAR na CNH.

Quando devo realizar o exame toxicológico?

Você já sabe se, para o seu caso, é obrigatória ou não a realização do exame. Se for, é importante se informar, agora, sobre quando esse procedimento deve ser realizado. De acordo com o CTB, na regra atual, o exame toxicológico é exigido quando:

– Você for se habilitar (tirar a primeira CNH nas categorias C, D ou E)

– Você for renovar a sua CNH nas categorias C, D ou E

– Você for mudar sua habilitação para as categorias C, D ou E

Além disso, é preciso realizar esse exame periodicamente a cada 2 anos e 6 meses. A norma se aplica a condutores das categorias C, D e E que tenham menos de 70 anos de idade.

Já os motoristas com mais de 70 anos, com CNH em uma dessas categorias, o exame é exigido a cada 3 anos, junto com a renovação da Carteira de Habilitação.

Preciso apresentar o resultado do exame ao DETRAN?

Não. O resultado do exame deve, sim, ser informado às autoridades de trânsito, mas o responsável por fazer isso é o laboratório onde você realizar o procedimento. O resultado será incluído no Registro Nacional de Condutores Habilitados (RENACH).

O prazo para que o laboratório inclua a informação no RENACH é de até 15 dias, que são contados a partir do dia em que você, motorista, realizou a coleta do material para o exame toxicológico.

Quais são as penalidades para quem não realizar o exame?

A penalidade para o motorista que não realizar o exame toxicológico é uma das mudanças trazidas pela Nova Lei. Agora, essa conduta é uma infração gravíssima, segundo o art. 165-B do CTB.

O condutor que comete essa infração poderá ser penalizado com a multa no valor de R$ 1.467,35 e, ainda, com a suspensão do direito de dirigir por um período de três meses.

Como regularizar a sua situação e evitar multas?

A Nova Lei de Trânsito entrou em vigor no dia 12 de abril de 2021. Neste dia, também entrou em vigor a Resolução 843/2021, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que esclareceu o que fazer para regularizar a sua situação em relação ao exame.

Conforme estabelecido nessa Resolução, o condutor tem um prazo de 30 dias para realizar o exame toxicológico, contados a partir do dia 12 de abril de 2021. Esse prazo vale para todos que tiveram o exame vencido antes desse dia (12 de abril).

Para recapitular: se você tem CNH do tipo C, D ou E, e o seu exame toxicológico venceu antes do dia 12 de abril de 2021, deve realizar, então, outro exame até o dia 12 de maio de 2021.

Os condutores que não realizarem o exame podem ser penalizados com a suspensão e a multa, conforme você viu no tópico anterior.

Atenção às novas regras!

O CTB mudou muito nos últimos meses e pode ser difícil se adaptar a tantas modificações na legislação. No entanto, como condutor habilitado, é seu dever se informar e se atualizar para seguir as normas vigentes.

Se você se enquadra nas situações em que o exame é obrigatório, realize os passos necessários para estar em dia e evitar ter o seu direito de dirigir suspenso.

Ainda tem dúvidas? Fale com a equipe de especialistas!

Fonte: https://doutormultas.com.br/exame-toxicologico-motoristas/

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Fonte: ICarros

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Valor do seguro auto tem queda de 12,5% no primeiro semestre de 2021

Valor do seguro auto tem queda de 12,5% no primeiro semestre de 2021

 

 

Os dados indicam, também, que o valor final do seguro é cerca de 20% mais caro para os homens.

A TEx, insurtech especializada em soluções online para o mercado segurador, divulgou os números do mês de julho do Índice de Preços do Seguro Automóvel – IPSA, além da variação mensal dos preços do seguro auto de acordo com gênero, região, faixa etária e idade do veículo.

De acordo com o levantamento o valor do seguro caiu 12,5% entre os meses de janeiro e julho.

No primeiro mês do ano, por exemplo, ao contratar o serviço para um automóvel de R$ 50 mil, o IPSA estava fixado em 5,6% e o segurado pagava R$ 2.800,00 pelo seguro. Hoje o percentual é de 4,9%, o equivalente a R$ 2.450,00.

“Essa queda nem sempre pode ser percebida pelo cliente já que houve o aumento generalizado de preço dos veículos 0KM e valorização dos usados nos últimos meses”, explica Genildo Dantas, gerente de inteligência de dados da TEx.

Gênero

O estudo também traz informações quanto a alta dos valores por gênero e indica que o valor final do seguro é cerca de 20% mais caro para os homens, devido à maior reincidência de homens em acidentes graves e com perda total do veículo.

Faixa etária

A avaliação por faixa etária também mostrou que os motoristas mais novos costumam pagar mais pelo seguro automotivo. Os nascidos entre 1990 e 2014, conhecidos como geração Z, podem pagar quase o dobro, o equivalente a 7,4% do que os nascidos entre 1943 e 1964, conhecidos como Baby Boomer (3,8%).

Região

A região que o segurado reside também é um dos fatores analisados para precificação dos seguros. Para se ter uma ideia, em julho, o seguro na Região Metropolitana de São Paulo chegou a ser 60% superior à Região Metropolitana de Belém.

Ano de fabricação e KM rodado

Outros fatores que interferem nos preços dos seguros são a idade do veículo e a quantidade de KM rodados. De acordo com o estudo o valor do seguro para um carro usado, de 6 a 10 anos, custa quase o dobro de um zero KM.

No entanto, analisando apenas a tabela FIPE, o IPSA revela que há uma certa estabilidade nos valores dos seguros neste primeiro semestre. Um veículo, cujo preço de tabela está entre R$ 10 mil a R$ 30 mil, registrou variação de 8,3% em janeiro chegando a 7,8% em julho.

 

 

 

Fonte: Portal do Trânsito

 

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Economia de combustível: 10 dicas simples pra aderir

Economia de combustível: 10 dicas simples pra aderir

 

 

Com o preço da gasolina, álcool e diesel acelerando mais que superesportivo, veja aqui como diminuir o prejuízo no posto

 

Convenhamos, nesses dias, raras são as vezes em que paramos no posto para abastecer e encontramos o litro do combustível com o mesmo preço pago da última vez. E a “surpresa” é sempre para mais… Um bom motivo para postarmos a seguir algumas dicas para dirigir de forma mais econômica.

Segundo Diego Fischer, CEO da Carupi e nosso consultor para esta matéria, com boas práticas de condução econômica e a manutenção correta do veículo, é possível diminuir em até 35% o consumo de combustível.

“Seguir esses conselhos também ajuda a aumentar a vida útil do carro e a diminuir a emissão de gases poluentes”, diz Diego.

Leia mais:
+ Mineral, sintético ou semissintético, que óleo eu uso?
+ Por que o ar quente dá tanto problema no inverno?
+ Afinal, pode ou não pode lavar o motor do carro?

Vamos às dicas do especialista:

1 – Mais peso = mais consumo.

Quanto mais carga a bordo, maior é o esforço necessário para transportá-la e, claro, maior o gasto de combustível. Por isso, não leve no carro nada que não seja absolutamente necessário. Só use dispositivos removíveis como bagageiros e suportes para bicicletas quando efetivamente precisar deles.

2 – Ar-condicionado: use moderadamente.

Na grande maioria dos carros, quando se liga o ar-condicionado, uma parte da potência do motor é “desviada” para fazer o sistema funcionar. À perda de potência, se soma um gasto maior de combustível: até 20% a mais em caso de uso frequente.

3 – Banguela, só na boca do bebê

Esta, na verdade, é uma “contra-dica: não vale a pena deixar o carro em ponto morto e em movimento (na “banguela”) como forma de economizar combustível. É perigoso, desgasta excessivamente os freios e, nos carros atuais, não poupa nem uma gota do tanque.

4 – Contra o vento, sem resistência

Quanto melhor a aerodinâmica do carro, menos força o motor tem de fazer para vencer a resistência ao ar e, assim, menos combustível consome. Janelas e o teto solar fechados ajudam, não levar bagageiros ou racks de teto (como já mencionamos), também.

Acredite, em rodovias, em trajetos mais longos e com média de velocidade mais alta, acima dos 60 km/h, fechar as janelas e deixar o ar-condicionado ligado pode ser mais econômico do que rodar com as janelas abertas.

5 – Pneus sempre na pressão correta

Rodar com os pneus com a pressão mais baixa que o indicado pelo manual do carro faz com que seu atrito com a pista aumente, exigindo mais força do motor para andar – além de aumentar o desgaste dos próprios pneus. Manter os pneus calibrados por representar até 25% de economia de combustível.

6 – Óleo e filtro de ar em dia

Usar o carro com o óleo lubrificante de prazo vencido ou fora das especificações do manual faz o motor consumir mais e, pior, durar menos. No filtro de ar, a sujeira diminui a entrada de ar no motor, e também, aumenta a injeção de combustível, podendo aumentar o gasto em até 8%.

7 – Desligue o que não for necessário

Acessórios e dispositivos elétricos ligados sem necessidade podem aumentar o consumo de combustível, também. Itens como faróis e luzes auxiliares, limpadores de para-brisa, ventilação forçada e outros sistemas só devem ser acionados quando for preciso, e desligados após o uso.

8 – Use o app e também sua cabeça

Nem sempre o caminho mais curto é o que acarreta menor consumo. Além do trânsito, ladeiras, ruas cheias de lombadas e semáforos podem fazer o carro gastar mais do que seguindo outra rota, um pouco mais longa, mas mais livre e plana. Use a indicação do app como base, mas analise qual é a melhor opção.

9 – Controle os gastos

Hoje, há também alguns aplicativos que ajudam a monitorar o consumo de combustível, a quilometragem percorrida, a necessidade de reabastecimento, o histórico acumulado e outras tantas funções úteis sobre a manutenção do carro. A maioria deles é gratuita e são bem fáceis de usar.

10 – Diga-me o que seu carro bebe e….

Ao abastecer, procure utilizar sempre o produto indicado no manual do carro. Dependendo do modelo, de nada adianta usar um combustível mais caro, pois nem o desempenho nem a economia terão ganhos com isso.

 

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Fonte: ICarros

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Caminhoneiros querem mudanças na MP que trata da contratação direta de serviços de frete

Caminhoneiros querem mudanças na MP que trata da contratação direta de serviços de frete

 

 

Em seminário na Câmara, autônomos afirmam que intermediação nos serviços de frete consome cerca de 40% do frete.

Representantes dos caminhoneiros temem que seus direitos fiquem submetidos aos contratantes de cargas (embarcadores) com a aprovação da MP 1051/21. Eles querem menos burocracia para dispensar todos os intermediários na contratação de seus serviços. A MP já foi aprovada pela Câmara e está sendo analisada agora pelo Senado.

Em seminário na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, Diumar Bueno, disse que, na contratação dos autônomos, essa intermediação consome cerca de 40% do frete. Bueno acrescentou ainda que a categoria também reivindica que não haja anistia para as empresas que descumpriram o piso mínimo de frete após a greve de 2018.

Gabriel Valderrama, do Ministério da Infraestrutura, disse que, com a criação do Documento Eletrônico de Transporte, que veio na MP, boa parte da documentação necessária foi unificada. Dessa forma, simplificando os procedimentos para o caminhoneiro. Em outras palavras, ele afirmou que não há perigo de o caminhoneiro ficar refém dos embarcadores. Isso porque o contrato de frete é diferente do contrato de direitos que garante-se na transação.

“O administrador do direito pode justamente cuidar dessa outra parte, que é a emissão de notas fiscais, recolhimento de impostos. Enfim, toda essa parte mais burocrática, mais chata. E friso que é independente, é separado da contratação do frete”, esclareceu.

O transporte rodoviário de cargas representa mais de 60% do total desse tipo de transporte no país.

Segundo o diretor da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga, Luiz Henrique Baldez, há todo o interesse do setor em contratar diretamente com os caminhoneiros com o objetivo de reduzir o preço dos serviços de frete. Ele explicou que isso será feito, possivelmente. por meio de plataformas digitais especializadas.

Dados da associação mostram que, no total do transporte rodoviário, mais de 76% são autônomos. Bem como, a grande maioria tem apenas um veículo, ganha em média R$ 16 mil mensais e tem uma dívida média de R$ 35,4 mil.

Combustíveis

O deputado Bosco Costa (PL-SE), um dos parlamentares que solicitaram a realização do seminário, disse que é preciso ter atenção com os caminhoneiros que já sofrem hoje com os altos preços dos combustíveis.

“Porque um carro, um automóvel, que consome muita gasolina, ele gasta 1 litro em 10 quilômetros. Nesse sentido, um caminhão carregado, uma carreta, gasta 1 litro de óleo diesel em 1,7 quilômetro. Então, aí você vê que o óleo diesel se torna 5 vezes mais caro que a própria gasolina.”

As informações da Agência Câmara de Notícias

Fonte: Portal do Trânsito

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Dados preliminares mostram queda no número de mortes no trânsito brasileiro em 2020

Dados preliminares mostram queda no número de mortes no trânsito brasileiro em 2020

 

Apesar da pandemia que restringiu o número de circulação de veículos foram registradas mais de 30 mil mortes no trânsito brasileiro em 2020.

Foram divulgados pelo Ministério da Saúde, os números preliminares de mortes no trânsito brasileiro em 2020. Segundo os dados, morreram 30.168 pessoas em decorrência do trânsito brasileiro. O número é aproximadamente 5,5% menor que o registrado em 2019.

Levando em consideração os dados dos últimos dez anos, essa tendência de queda vem se mostrando contínua e estável. Em 2018 foram 32.655 mortes, 7,5% a mais que em 2019.

Veja tabela com os dados de mortes no trânsito brasileiro dos últimos dez anos:

Ano Óbitos
2010 42.844
2011 43.256
2012 44.812
2013 42.266
2014 43.780
2015 38.651
2016 37.345
2017 35.375
2018 32.655
2019 31.945
2020 30.168

Perfil das vítimas

Conforme os dados do Ministério da Saúde, os motociclistas foram os que mais perderam a vida nas vias e rodovias do Brasil. Foram 10.873 mortos nessa condição. Em seguida estão os ocupantes de automóveis (6.302) e os pedestres (4.338). A faixa etária mais vulnerável, segundo os dados, está entre 20 e 49 anos.

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MP que amplia tolerância para pesagem de caminhões é aprovada pela Câmara

MP que amplia tolerância para pesagem de caminhões é aprovada pela Câmara

 

 

A Câmara dos Deputados aprovou a MP, que aumenta de 10% para 12,5% a tolerância para o excesso de peso por eixo de ônibus de passageiros e de caminhões de carga sem aplicação de penalidades. A matéria será enviada ao Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (1º) a Medida Provisória 1050/21, que aumenta de 10% para 12,5% a tolerância para o excesso de peso por eixo de ônibus de passageiros e de caminhões de carga sem aplicação de penalidades. A matéria será enviada ao Senado.

De acordo com o substitutivo do relator, deputado Vicentinho Júnior (PL-TO), os veículos ou combinações de veículos (carretas com reboques, por exemplo) de peso bruto total regulamentar igual ou inferior a 50 toneladas deverão ser fiscalizados apenas quanto aos limites de peso bruto total ou de peso bruto total combinado (caminhão mais o reboque), cuja tolerância fixada pela lei é de 5%. As mudanças são feitas na Lei 7.408/85.

“A ideia é facilitar o transporte de mercadorias, evitar o desabastecimento interno e ampliar a oferta para o mercado externo”, afirmou Vicentinho Júnior.

“Geralmente a carga é disposta de maneira uniforme, mas acaba se deslocando durante o trajeto. Ao ser parado pela fiscalização, o caminhoneiro muitas vezes é surpreendido e multado”, comentou o relator. “Não se pode fechar os olhos para o problema, e a MP traz importante avanço para o transporte de cargas.”

O líder do Novo, deputado Paulo Ganime (RJ), criticou a proposta. Segundo ele, embora no curto prazo possa ocorrer a redução no custo dos fretes, amplia-se os riscos à segurança devido aos eventuais danos nas estradas causados pelo excesso de peso dos caminhões.

“Essa MP não é uma solução adequada”, disse Ganime.

Regulamentação posterior

Enquanto o texto original da MP permitia ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentar o tema desde a edição da MP, o relatório de Vicentinho Júnior prevê que o excesso de peso dos veículos será regulado somente a partir do encerramento do prazo de vigência da lei, limitado a 30 de setembro de 2022. A MP original fixava a data em 30 de abril de 2022.

Segundo Julyver Modesto de Araújo, especialista em legislação de trânsito, em relação ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB), foram aprovadas modificações em 12 artigos, além do Anexo I. “Pelo texto aprovado, terão vigência na data de publicação da nova Lei, as alterações da Lei n. 7.408/85, da Lei n. 10.209/01, e as modificações dos artigos 131, 271 e 282 do CTB. As regras de prescrição do julgamento de recursos de trânsito terão início em 2024. Além disso, todas as outras alterações do CTB terão vigência após 180 dias da publicação”, explica.

Com informações são da Agência Câmara

 

 

Fonte: Portal do Trânsito